Como usamos IA
Atualizado em 31 de outubro de 2026
O desburocrata usa modelos de linguagem do Google (Gemini) para ler o material que você envia, escrever o projeto-base e adaptá-lo aos editais. A IA escreve rascunhos. Quem assina o projeto e responde por ele é você.
O que a IA faz
- Lê seu texto, PDFs, documentos, imagens e áudios e resume o que entendeu.
- Escreve o projeto-base e os campos de cada edital, dentro dos limites de caracteres.
- Sugere propostas (acessibilidade, contrapartidas, comunicação) com base no edital e no porte do projeto. Toda sugestão aparece em amarelo, com o motivo, e só entra no arquivo final se você aceitar.
- Estima a nota que cada critério do edital receberia (a Pré-banca). É uma estimativa para orientar a revisão. Não prevê o resultado.
O que ela não faz
- Não inventa números, nomes, datas, parceiros ou currículos. Quando falta informação, o texto traz a marca [CONFIRMAR] ou pergunta a você.
- Não garante aprovação em nenhum edital.
- Não envia nada para edital nenhum. A inscrição é sempre sua.
Seus dados e a IA
- Antes de enviar texto para a IA, mascaramos CPF, CNPJ e RG que apareçam em texto digitado, em DOCX e em PDF com texto. Arquivos escaneados, imagens e áudios seguem sem máscara; evite enviar documentos pessoais.
- Usamos a API paga do Google. Nesse plano, o Google informa que não usa o conteúdo enviado para treinar seus modelos.
- Registramos quantos tokens cada operação consumiu, para controlar custo e limitar abusos. Não registramos o conteúdo nesse controle.
Declare o uso de IA quando o edital pedir
Alguns editais pedem que o proponente declare o uso de IA na elaboração. Se for o caso do seu edital, faça a declaração e revise todo o texto antes de inscrever.